Cada novo projeto, volto ao marco zero

Por Paulo Azevedo (@soupauloazevedo)
Sete anos de parceria. Três CEOs. E nenhuma entrega igual à anterior.
Ao longo da minha trajetória com a ComCultura, acompanhei uma multinacional durante três mudanças de liderança.
No papel, era a mesma empresa.
Na prática, cada ciclo trazia:
- Outro contexto macroeconômico e de mercado;
- Novas mensagens e pilares de negócio;
- Diferentes prioridades de governança;
- Uma forma inteiramente própria de conduzir as pessoas.
Por isso, nunca acreditei em repetir uma ação apenas porque ela funcionou anteriormente.
Antes de cada novo projeto, volto ao marco zero. Escuto as áreas de pessoas e de negócio, entendo as dores do momento, revejo a narrativa e reconstruo o roteiro.
Não considero isso retrabalho. Isso é o trabalho.
Uma parceria duradoura não se sustenta pela previsibilidade de entregar sempre o mesmo formato de prateleira. Ela se consolida pela confiança de que o novo momento não será tratado como uma cópia do anterior.
O teatro me ensinou algo muito parecido.
Cada nova criação, novos caminhos e aprendizados. Um mesmo texto nunca produz exatamente a mesma cena. Mudam o elenco, o espaço, o tempo e a bagagem que cada pessoa leva para o encontro.
Nas organizações, a dinâmica é a mesma.
Se a sua empresa está atravessando uma mudança de liderança, uma fusão ou um novo ciclo de cultura, vamos conversar?
O momento atual da sua organização pode estar pedindo uma abordagem sob medida.





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