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O que precisa ficar nas pessoas depois que o evento termina?

22 de out.
1 min de leitura

Por Paulo Azevedo (@soupauloazevedo)


Há briefings que eu prefiro contestar quando uma empresa me procura.


Não porque o tema seja complexo ou o prazo esteja apertado. Mas porque, às vezes, a expectativa é apenas preencher a agenda, cumprir um protocolo interno ou fazer algo “leve e divertido” que não provoque nenhuma reflexão.


Esse tipo de entrega não faz meus olhos brilharem. E eu não busco ocupar esse lugar.


Aqui na ComCultura, o cliente não é um espectador passivo. Ele cria o processo conosco.


Para mim, a personalização verdadeira exige:


- Escutar ativamente as áreas envolvidas e o RH;

- Compreender o contexto real do negócio;

- Conhecer as mensagens críticas que precisam ser absorvidas;

- Construir o roteiro em parceria direta com a empresa.


Cada organização tem uma cultura única, cada time vive um momento específico e cada encontro precisa responder a uma necessidade real de transformação.


Sem essa abertura, a ação vira apenas mais uma apresentação corporativa. O meu trabalho passa a ser comparado com uma planilha genérica de fornecedores, formatos e preços de mercado.


Sempre me enxerguei como um parceiro estratégico das empresas onde atuo. É essa profundidade que gera valor e vínculos longevos.


Antes de aceitar um novo projeto, seja uma palestra, uma atuação como mestre de cerimônias ou um programa de integração de times, a pergunta que faço é simples:


O que precisa permanecer nas pessoas depois que a agenda termina?


Se a sua empresa está planejando uma convenção, integração ou encontro de liderança, e essa resposta também importa para você, vamos conversar?


Será ótimo criar algo sob medida para o seu momento!


 
 
 

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