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Dá para levar essa mesma profundidade para uma convenção inteira?


Por Paulo Azevedo (@soupauloazevedo)


"Dá para levar essa mesma profundidade para uma convenção inteira?"


Essa foi a provocação que a Nestlé me fez há alguns anos. 


Até então, meu trabalho de conexão acontecia em grupos menores, em salas de 10 a 40 pessoas.


Confesso que era um desafio e tanto. Falar de vulnerabilidade, coragem e escuta ativa diante de 150 pessoas, em apenas 50 minutos, exige um cuidado extremo para não perder a intimidade que o tema pede.


Mas o segredo não estava no palco. Estava nos bastidores:

- Investigar o contexto da empresa, do time e, principalmente, a trajetória de participantes antes do evento.

- Conhecer suas histórias reais a fundo.

- Construir um roteiro onde o próprio público se tornava protagonista.


O resultado? 

O nervosismo no auditório deu lugar à emoção de ser visto e ouvido.


A estreia deu tão certo que virou uma parceria recorrente: passamos por três divisões diferentes da Nestlé (Nutrição Infantil, Purina e Nestlé Professional) ao longo de três anos, além de ações exclusivas com as lideranças e o time de Gestão de Pessoas.


Com esse case, consolidei um grande aprendizado: conexão real não é uma questão de escala. É uma questão de preparo e escuta. Por trás de cada crachá, existe uma história única.


Deixo a provocação no ar: a sua empresa trata as convenções apenas como um evento isolado ou como uma oportunidade real de conectar e transformar pessoas?


Se você busca a segunda opção, preparei um carrossel detalhando os bastidores dessa entrega com a Nestlé. Arrasta para o lado para conferir. 


E se quiser planejar uma ação de alto impacto para o seu time ainda em 2026, me mande uma mensagem e vamos conversar.



 
 
 

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