Relação que se aprofunda
- Comcultura Comunicação e Cultura
- há 4 dias
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Por Paulo Azevedo (@soupauloazevedo)
Sete anos atrás, entrei pela primeira vez numa empresa que se tornaria uma das parcerias mais importantes da minha trajetória.
De lá pra cá, acompanhei três trocas de CEO, dezenas de ações diferentes e diversos times que se transformaram ao longo do tempo.
Até hoje me pergunto: o que faz uma relação durar tanto em um mercado onde o normal é trocar de fornecedor a cada projeto?
A resposta que encontro é sempre a mesma: confiança não se constrói em uma única entrega.
Depois de mais de 60 grandes empresas atendidas com a ComCultura, entendo melhor o momento de cada organização e de seus times. Carrego a memória dos encontros anteriores e, quando chego para uma nova ação, não começo do zero. Começo de onde o último encontro terminou: nas conexões reais que aconteceram entre as pessoas.
Sempre digo aos líderes de #RH e #Marketing que me contratam para uma ação de T&D que esse é o coração do meu trabalho: mapear o contexto, conhecer cada time e respeitar cada história. Isso não cabe em uma relação de uma vez só; é uma atividade que exige tempo e humanidade.
Não é raro ouvir que uma empresa contratou um fornecedor novo para o evento do ano, alguém que não conhecia ninguém ali, e que o resultado ficou morno. Não por falta de competência, mas por falta de vínculo.
O cargo muda, a pessoa fica, e a relação que se aprofunda ano após ano.
Talvez seja isso que diferencie somar entregas isoladas de construir algo que cresce junto com as pessoas.
E você, costuma guardar memória das parcerias que constrói no trabalho e que te marcaram de um jeito especial?




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